
Meu Perfil BRASIL, Sudeste, JAU, Mulher, de 20 a 25 anos
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Leituras de O Médico e o Monstro
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Atividades
Mr. Hyde em Você
Após assistir a entrevista com a psicóloga Ana Celina Guimarães, você tem mais motivos para participar da atividade “Mr. Hyde em Você”.
Mostre como você fica quando não consegue controlar os impulsos do seu inconsciente e o Mr. Hyde aflora em sua personalidade.
Não esqueça de mandar um texto explicando justamente o que faz com que essa transformação aconteça.
Mande para o e-mail medicoemonstro@yahoo.com.br duas fotos: a primeira de você normal (sem o Mr. Hyde) e a segunda com o Mr. Hyde em você.
Obrigada!
E divirta-se!

Escrito por Ilona Szabó às 17h53
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Encontrando Alegoria e Metáfora
Se você gostou do vídeo com a entrevista da professora de literatura Glória Palma e já leu O Médico e o Monstro, mande para o blog as metáforas e alegorias que você encontrou. E não se esqueça de explicar porque elas chamaram a sua atenção.
medicoemonstro@yahoo.com.br
Eu escolhi o seguinte trecho:
"Era o tipo comum do médico: sem idade definida nem cor particular, com acentuada pronúncia de Edimburgo, e tão emotivo como uma gaita de fole."
Para nós brasileiros, a gaita de fole não é um instrumento musical muito conhecido. Num primeiro contato, o achamos desajeitado: um saquinho de pano com alguns bastões espetados. E acho que foi isso que o autor quis dizer na frase acima. Afinal, a gaita de fole quando não está sendo usada, fica totalmente sem graça. A emoção que ela nos traz se dá justamente (e por que não dizer exclusivamente?) pelo seu som.
Escrito por Ilona Szabó às 21h37
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Respostas do Brian
O Brian Campbell também enviou sua contribuição para a atividade “Mr. Hyde em você”.
Veja o que ele disse:

Enquanto "Dr Jekill" veste a carapuça e "vai pro seu trabalho todo dia...... sem saber se é bom ou se é ruim...", "Mr Hyde" liberta o ser noturno... sem hipocrisias, sem falso moralismo, eliminando a dualidade e executando a vida, simplesmente vivendo!
Escrito por Ilona Szabó às 02h29
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Respostas do Ricardo
O Ricardo Foganholo, que é um ilustrador incrível, não poderia participar da atividade "Mr. Hyde em Você" de outra maneira: ele fez seu próprio retrato com e sem o Mr. Hyde.
Veja o que ele disse:
 
Recordo-me de, quando haver lido o livro de Stevenson, surpreender-me com o fato de o monstro não ser tão monstruoso assim, ao menos não no aspecto estético – a figura simiesca que caracteriza Hyde é fruto do cinema americano, afeito a chocar a platéia. Por isso em Mr. Hyde em Você não há qualquer alteração estética acentuada. Procurei retratar o que imagino ser meu momento de mais absoluta fúria, sentimento que nunca senti, confesso. Sou habitualmente sério, mesmo para alguém considerado bem humorado na vida de relações; mas, assim como os golfinhos parecem sorrir por sua natureza anatômica única, eu também padeço de tal condição, parecendo carrancudo quando simplesmente não tenho motivos para expressar qualquer emoção – eis meu Dr. Jekyll. O que me torna um Hyde? Que me subestimem.
(Veja o blog do Ricardo)
Escrito por Ilona Szabó às 12h59
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Respostas do Vitor
Hoje o Vitor Brumatti também enviou suas respostas sobre a atividade “Mr. Hyde em Você”.
Veja a opinião dele:
 
Normalmente sou uma pessoa muito calma e também muito paciente, por isso dificilmente vejo o Mr. Hyde tomar conta de mim. Porém devo confessar que em certas situações fica completamente impossível o Mr. Hyde não tomar conta e extrapolar toda raiva e indignação. Bom, o que mais me incomoda é a impunidade, de longe é o que mais irrita. Saber que uma pessoa está fazendo algo para prejudicar alguém ou mesmo tirar vantagem em cima de uma situação, infringindo leis e normas éticas da sociedade e ainda mais ficar sem nenhuma punição é demais me tira do sério. Outras coisas também me irritam: pessoas que falam demais e fazem pouco, pessoas que só sabem reclamar mas não movem uma palha para mudar uma situação. E tem também aquelas pessoas que limitam sua forma de ser ou agir a uma simples frase: "Sou assim e não vou mudar". O pouco caso que muitas pessoas fazem em relação ao seu trabalho. Nossa quase me transformo de vez em Mr. Hyde. Mas é isso, de resto é só Paz e Bem.
Escrito por Ilona Szabó às 22h25
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Respostas da Alexandra
Minha professora e orientadora na monografia, Alexandra Bujokas, também quis participar da atividade “Mr. Hyde em você”.
Veja a opinião dela:

Como sou uma pessoa que tem um id comunista (no sentido freudiano, não no político), o que faz Mr. Hyde vir em mim é presenciar manifestações explícitas de auto-centrismo como, por exemplo, ver uma madame sair do restaurante, com a barriga cheia, uma criança se aproximar para pedir dinheiro e a madame fingir que não viu, que a criança é como um poste. Mr. Hyde também vem à tona quando vejo moleques adolescentes sem camisa, com óculos escuros, uma lata de cerveja na mão, dançando ao som de uma música brega qualquer vinda de um carro tunado nas alturas, com o porta-mala aberto, numa via pública. Fico especialmente Hyde se essa rua fica próxima da minha casa. Finalmente, Mr. Hyde vem a mim quando estou correndo na esteira e umas donas ficam conversando ao meu lado, num momento falando das maravilhas que são os filhos delas e, na seqüência, falando que o problema do Guarujá são os favelados. Vai ser burra assim na pqp!
Escrito por Ilona Szabó às 00h04
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Respostas do Sandro
Meu professor Sandro Paveloski enviou suas
observações da atividade "Mr. Hyde em você".
Veja o que ele disse:
 
Mr. Hyde toma conta quando leio notícias sobre
nosso Governo e nossos políticos, sobre a bandidagem solta nas mais altas
esferas públicas e principalmente sobre o que andam fazendo com o meu suado
imposto. Se eu fosse realmente Mr. Hyde, torceria o pescoço de um por um.
Afinal, é o que todos, sem exceção, merecem! Também me transformo num
monstro quando vejo a falta de interesse de alguns alunos por coisas tão legais
como este blog, pela música de qualidade (da MPB ao Heavy Metal), e pela
informação, mesmo as mais banais. E me irrito profundamente com mais um
monte de coisas (gruhhhhhh.... arooot.... gruhhhhh): gente que entra no meio da
conversa alheia; passa e-mail de mensagens de auto-ajuda e, em
especial, com alguns seres que acham legal a condição
de burrice, imbecilidade, desinformação e ignorância profunda em que
se encontram, e que, ainda por cima, acham que são o máximo porque não
perdem uma balada, uma festa, e ficam com o carro aberto com o som no máximo
tocando músicas de péssimo gosto. Aliás, já estava me esquecendo: fico
profundamente nervoso, irritado e p. da vida com pagode, axé, música
de mano e com pessoas que acham que isso é música. E antes que o Mr.
Hyde nunca mais me abandone e eu não volte à minha condição
normal... concordo com tudo o que o René e a Ilona disseram. Ufa!
Agora posso voltar ao normal???
Escrito por Ilona Szabó às 15h40
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Respostas do Rene
O Rene Lopez também mandou sua contribuição para a atividade “Mr. Hyde em você”.
Leia o que ele disse:
 
Bom o que me faz deixar de ser esta pessoa pacífica e equilibrada basicamente seria: pessoas arrogantes, falsas e querendo sempre ser mais que os outros; pessoas que cruzam os braços diante das injustiças; pessoas que adoram reclamar, mas não movem um músculo para fazer nada; e, sobretudo, malditos seres embriagados que conseguem defecar de maneira descomunal ao chocarem seu veículo contra o meu que tava parado, estacionado!!!!!!!! E, concordando com o que a senhorita Ilona disse, “manos”. Malditos que se sentem corajosos por andarem em bandos. Que criaram a cultura do “é bonito ser bandido”. Realmente são seres que merecem o extermínio.
Escrito por Ilona Szabó às 01h43
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Respostas da Aline
A Aline Furlanetto também participou da atividade “Mr. Hyde em você”.
Veja as respostas dela:

O que faz o Mr. Hyde aflorar: estar em um bar tomado aquela cerveja gelada e ao passar o olhar pelo ambiente notar que todas as mesas estão recolhidas e os funcionários no pensamento positivo para você pedir a conta; procurar coisas dentro da bolsa no escuro; deitar e a cama girar; gente que maltrata animais; pessoas que não sabem ouvir; sorvete no calor, comida quente ou gelada, receber visita sem ser avisada com pelo menos 2 horas (eu nem atendo); ter que falar quando não quero; conviver com o ser humano; ambiente com mais de 20 pessoas; pessoas que cobram para olhar o carro estacionado em lugar público; guardinhas que aplicam multa só para mostrar serviço, sendo que eles param de forma irregular o seu carro particular.
Escrito por Ilona Szabó às 15h23
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Respostas do Hélio
O Hélio Rodrigues participou da atividade “Mr. Hyde em você”.
Veja as respostas dele:
 
Bom... O que faz o Mr.
Hyde aflorar... chutando minha hérnia na base da voadora e me deixando
rendido...?
Canais
Religiosos 24 horas dominando a tv aberta; Cerveja quente; Suspense
nacional por tele-novela e seus 7 finais distintos e mirabolantes, enquanto
o Renan ainda esta no senado e o mundo continua a se transformar em uma
estufa de boteco gigante; Ventania que deixa minhas entradas mais à mostra
ainda; Pneu de bike furado no meio da estrada... com o sol de 40 graus
na nuca... enquanto isso... o Renan ainda no senado... e a continuação
da Saga... "A estufa"; Cutucar enquanto falam comigo; Cerveja
quente... meu figado é totalflex... mas... tenha dó. Enquanto
issoooooooooooo...
Escrito por Ilona Szabó às 11h12
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Mr. Hyde em você
No final do livro O Médico e o Monstro, o autor descreve a primeira transformação do respeitado médico Henry Jekyll no inescrupuloso Mr. Hyde, após ele ingerir a poção que causava tal transformação.
“Comprei de uma vez só, de um atacadista de produtos químicos, grande quantidade de certo sal (...) E em uma maldita noite, misturei-o com outras coisas; vi tudo ferver e fumegar num copo. Quando a ebulição cessou, com toda coragem, engoli a poção.
Sucederam-se transes da maior angústia; ranger dos ossos, náuseas mortais, e o tormento do espírito que está para nascer ou morrer. Depois, essas agonias tornaram-se subitamente menores, e voltei a mim como quem convalesce de uma doença. Havia algo de estranho nas minhas sensações, algo de novo e indiscritível (sic) que, pelo seu ineditismo, era incrivelmente agradável. Senti-me mais novo, mais leve, mais bem disposto, e experimentava, no meu íntimo, uma impetuosa ousadia; desenrolaram-se, na minha fantasia, desordenadas imagens sensuais, vertiginosamente; desfaziam-se os vínculos morais e se mostrava agora uma liberdade da alma que, entretanto, não era inocente. Considerei-me, desde o primeiro sopro da minha nova existência, de ânimo mais perverso, dez vezes mais iníquo, reintegrado na maldade original; e esse pensamento, naquela hora, prendia-me e deliciava-me como um vinho.”
E você? Em quais situações o Mr. Hyde vem em você?
Mande para o e-mail medicoemonstro@yahoo.com.br duas fotos: a primeira de você sem o Mr. Hyde. A segunda, com o Mr. Hyde em você. Não esqueça de mandar também um texto com a explicação do que faz o Mr. Hyde vir em você.
Minha resposta:
 
Quando o Mr. Hyde vem em mim: quando param com o carro em frente ao portão da minha garagem e eu não consigo sair de carro; quando o segurança do banco trava a porta detectora de metais de propósito só pra eu ter que voltar e tirar coisas da bolsa; quando você paga por um serviço e ele não funciona ou não é feito direito; música alta, que geralmente é sempre ruim; os “manos” que mexem com você na rua; acne vulgaris depois da adolescência... muitas coisas trazem o Mr. Hyde em mim!
Participe! Mande as suas fotos também!
medicoemonstro@yahoo.com.br
Veja as respostas de
Hélio Rodrigues
Aline Furlanetto
Rene Lopez
Sandro Paveloski
Alexandra Bujokas
Vitor Brumatti
Ricardo Foganholo
Brian Campbell
Escrito por Ilona Szabó às 23h11
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